quarta-feira, 29 de junho de 2011

Beijos




Ontem dia mundial do beijo, que gostoso seria se você pudesse beijar todas aquelas pessoas que você acha merecedora desse afeto seu. Beijos existem de varios tipos deles cada um com um sentimento próprio, mas posso afirmar que para mim o melhor de todos é o roubado, que você não sabe quando ele virá então será como um presente, mas tem aqueles que são maravilhosos como os beijos de mãe, pai, de vó, vô de amigo de irmão aquele que conquista seu coração. O beijo já foi usado até na traição, mas esse não falarei hoje não Sabe aqueles dias que você está para baixo e chega uma pessoa te dá um beijo e seu dia já muda, ou passando pela rua no corre corre do dia a dia olha uma criança na sua ingênuidade e pureza lhe manda um beijo sem ao menos te conhecer Os beijos que são dados por afeto, respeito, carinhoe emoção serão aqueles que sempre serão lembrados por nossos corações ...
E você ja beijou alguém hoje ????

beijos para você!!!!!!

beijo



beijo


o brilho do luar
não é tão lindo quanto seu olhar
toda vez que ue te vejo
me da vontade de te dar um beijo

um beijo doce como o mel
um beijo que te leve ao céu
olho´para o sol vejo ele com um brilho constante
olho para vc vejo um brilho radiante

uma coisa vou te perguntar
um beijo eu posso te dar
se disseres que sim fico alegre assim
se disseres que não

fico triste então se disseres talves
pergunto outra vez
então o que me dizes

"TUA PRESENÇA"


"TUA PRESENÇA"

VOCÊ ESTÁ PRESENTE
EM TODO O MEU SER
VOCÊ É A MINHA VIDA
EU PRECISO TE DIZER

QUE NÃO VIVO SEM VOCÊ
TENTE ENTENDER
QUE O MEU CORAÇÃO
SÓ A TI SABE QUERER

ENCONTRO VOCÊ
EM MEU PENSAMENTO
BUSCO A TUA PRESENÇA
A TODO MO MENTO

NA ÀGUA DA CHUVA
NO SOL DO VERÃO
NO FRIO DO INVERNO
NA MAIS PURA EMOÇÃO

TUA PRESENÇA
ALEGRA O MEU VIVER
POR TODA A MINHA VIDA
EU VOU SEMPRE TE QUERER.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Amor Verdadeiros2

Você sempre será para mim o exemplo de mulher ideal, tenho certeza absoluta disso.

Fico imaginando lá no futuro, quando já for avô e então meus netos me questionarem sobre o amor, como é a sensação de amar alguém, e se eles perguntarem se eu amei de verdade em minha vida, eu respirarei profundamente e então virá facilmente em minha mente as lembranças doces da sua imagem e de tudo de bom que você representou, e então eu direi a eles assim:

- Filhos, o amor é maravilhoso, eu vivi plenamente este sentimento com uma mulher fantástica, encantadora, linda, charmosa, dona de um corpo maravilhoso, um sorriso apaixonante e principalmente, dona de uma alma gentil e iluminada, que sempre defendeu a verdade e a justiça, enfim uma mulher diferente das demais, uma mulher com uma personalidade única e marcante.
Depois que a conheci, minha vida mudou para muito melhor, me tornei um ser-humano especial, sensível, consciente e mais preocupado em fazer o bem.
Aprendi com esta mulher coisas sobre justiça, igualdade, compaixão, bondade, amizade e carinho.

Junto dela aprendi a dar o valor devido aos amigos, aprendi a confiar nas pessoas, aprendi a perdoar aqueles que me magoavam, aprendi com ela que devemos ajudar o nosso próximo sem esperar e sem cobrar nada em troca disso.

Aprendi com ela tudo isto porque simplesmente ela era assim. Quantas vezes eu a vi agindo desta forma, abrindo mão de si por um amigo, pelo irmão ou por alguém especial à ela.

Eu fui um homem totalmente apaixonado por esta mulher, por cada detalhe da sua personalidade, por cada atitude dela, enfim por toda a sua essência.
Nós construimos uma história linda, de um amor verdadeiro, carregada de intensidade e magia.

Vivemos uma paixão avassaladora, como poucas vezes eu vi parecido em toda a minha vida, e nos vários relacionamentos das pessoas que conheci.

Tudo começou com uma troca fulminante de olhar, e então veio o primeiro beijo, mágico e inesquecível, e depois chegou um tempo de paz, de felicidade sem fim, foram meses em que estávamos nos conhecendo, em que nos víamos quase que diariamente e foi uma época maravilhosa em que ajudamos um ao outro a crescer em sabedoria e espírito, como pessoas e como homem e mulher.

Lembro-me de cada detalhe dos nossos momentos, de cada beijo apaixonado, de cada suspiro, da satisfação em se sentir realizado.

Era impressionante a paz que havia entre nós quando ficávamos juntos.
Uma sensação deliciosa que jamais senti com qualquer outra pessoa, e que nunca se apagará da minha memória.

Era algo que se aproximava de uma sensação divina, como se eu eu estivesse apaixonado por um anjo do céu, vocês podem imaginar isso? Eu me relacionando com um anjo?

E ela era assim mesmo, uma voz que me fazia estremecer, e que me deixava apaixonado também pelo brilho verdadeiro dos seus olhos, pelo seu sorriso radiante, linda com os cabelos louros e pelo seu ar angelical.
Simplesmente a pessoa mais linda que conheci na vida.

Sempre tive a impressão de que a nossa história foi criada por DEUS, e que a LINDA foi colocada em minha vida por um motivo muito especial.

A nossa forte e intensa ligação de carinho e bem querer nunca teve uma explicação racional e sempre foi muito maior que qualquer entendimento humano, foi um quê de eternidade.

Só mesmo a grandeza da eternidade para explicar tanto bem querer, tanto desejo de vê-la feliz. Só mesmo a eternidade para explicar porque tudo o que fiz em minha vida depois que a conheci, teve a influência da LINDA, a sua presença marcante.

Cada sorriso que fiz brotar em alguém, cada gesto de caridade, cada verdade dita, cada mão estendida, cada palavra de conforto proferida, cada vitória que tive na vida, sempre teve algo dela nisso tudo.

Ela é o maior exemplo de que o AMOR realmente existe.

Me orgulho muito de tê-la amado de forma tão profunda e verdadeira.

Tenho absoluta e plena certeza de que a amei de toda a minha alma, e me orgulho de ter deixado isso evidentemente claro, sempre demonstrei a força do lindo sentimento que mantive em relação à ela.

Sim, eu AMEI de verdade nesta minha vida. Esta é a minha maior certeza.
E realmente aconteceu do jeito que eu sempre disse à ela. Que eu a amaria por toda a vida. E assim foi.

Por isso tudo filhos queridos, acreditem no AMOR e em tudo que ele representa, nunca deixem de acreditar na força do amor.

O amor é um presente de DEUS em nossa vida.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

VIOLÊNCIA CONTRA O IDOSO: UM MAL QUE CRESCE A CADA DIA NA SOCIEDADE

Este artigo aborda o modo como o idoso vem sendo tratado nos últimos anos. A violência não só física como também a psicológica, acomete idosos de todas as faixas econômicas. Na maioria das vezes a agressão vem de pessoas da própria família ou próximas a ele. O abandono nos asilos, a falta de carinho, a pressão psicológica e o descaso são formas de agressão que muitas vezes passam desapercebidas. No entanto os familiares devem – se atentar a qualquer sinal de agressão. Na consulta de enfermagem todos os sinais e sintomas de agressividade devem ser analisados minuciosamente. Cabe a enfermagem o papel de reinserção do idoso na sociedade como também auxiliar nos cuidados prestados a ele.
Palavras – chaves: violência, abandono e descaso.
INTRODUÇÃO
Sabe-se que nos próximos anos a população brasileira será uma população idosa. Em conseqüência desse envelhecimento populacional, o idoso tornar-se alvo da violência. A agressão a população acima de 60 anos vem de diversas formas, a falta de carinho, atenção, pressão psicológica, descaso e a agressão física propriamente dita. O número de idosos que sofrem algum tipo abuso é tão grande que esse caso já se tornou um problema de saúde pública.Vale ressaltar que muitas vezes as agressões podem resultar em morte.
A questão da negligência contra os idosos não é um fenômeno novo. No entanto, apenas nas últimas duas décadas é que essa questão começou a despertar o interesse da comunidade científica (FREITAS et al, 2006).
Souza et al (2007), relata:
O aumento da ocorrência de determinados agravos, tais como as causas externas, como os acidentes, a violência e os maus tratos, devem ser objeto de maior atenção entre os profissionais da saúde. No Brasil, entretanto, a população idosa não costuma ser prioridade nos estudos sobre as causas externas, em razão do predomínio dos jovens, que exibem altos coeficientes e grande número de casos.
As violências contra pessoas mais velhas precisam ser vistas sob, pelo menos, três parâmetros: demográficos, sócio-antropológicos e epidemiológicos. No primeiro caso, deve-se situar o recente interesse sobre o tema, vinculado ao acelerado crescimento nas proporções de idosos em quase todos os países do mundo. Esse fenômeno quantitativo repercute nas formas de visibilidade social desse grupo etário e na expressão de suas necessidades. No Brasil, por exemplo, dobrou-se o nível de esperança de vida ao nascer em relativamente poucas décadas, em uma velocidade muito maior que os países europeus ­ que levaram cerca de 140 anos para envelhecer(MINAYO, 2003).
No Brasil os maus-tratos foram percebido nos níveis macro e médio: num percentual de 65%, idosos consideraram maus-tratos a forma preconceituosa como são tratados pela sociedade em geral, as baixas aposentadorias, os desrespeitos que sofrem no transporte público e a falta de leitos hospitalares para idosos. O nível micro só é relatado como abandono por partes das famílias (FREITAS et al, 2006).
O crescimento do interesse da área da saúde pela violência deveu-se a dois fatores principais: a conscientização crescente dos valores da vida e dos direitos da cidadania e mudanças no perfil de morbimortalidade no mundo e no país. Essas observações levaram a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS, 1993) a fazer a seguinte análise sobre a questão: a violência, pelo número de vítimas e a magnitude de seqüelas orgânicas e emocionais que produz, adquiriu um caráter endêmico e se converteu num problema de saúde pública em vários países (FREITAS et al, 2006).
A proposta deste artigo é despertar o interesse da comunidade; alertar contra os maus tratos e a negligência sofrida pelos idosos e dar subsídios aos profissionais de saúde para identificação, prevenção e intervenção de maus tratos contra os idosos, pois, estas constituem "uma ação única ou repetida, ou ainda a ausência de uma ação devida, que causa sofrimento ou angústia, e que ocorre em uma relação em haja expectativa de confiança" (FREITAS et al, 2006).
O velho é vítima de diversas formas de violência por parte da família e da sociedade. Esse tipo de coisa é bastante comum. A violência cuja prática às vezes não é nem percebida, mas tem efeito devastador para o velho quanto à agressão física e a violência psicológica ou moral (ZIMERMAN, 2005).
Os maus tratos de idosos por "pessoas que deles cuidam" tampouco representam um problema novo. O abuso é geralmente praticado por pessoas nas quais os anciãos depositam confiança: familiares, vizinhos, cuidadores, funcionários de banco, médicos, advogados etc. A vítima é freqüentemente do sexo feminino, com mais de 75 anos e vive com familiares. O perfil é de habitualmente de uma pessoa passiva, complacente, impotente, dependente e vulnerável. Essas características unidas à falta de opções fazem com que a vítima tenha dificuldade de escapar de uma situação abusiva (GUIMARÃES E CUNHA,2004).
Segundo as autoras acima, essas pessoas costumam ser solitárias e isoladas: podem apresentar depressão e uma baixa estima reforçada por sentimento de culpa e vergonha. Por outro lado o agressor tende a apresentar baixa estima e projetar a responsabilidade de suas ações assim como de suas frustrações, sobre terceiros (externalização da culpa). Possui temperamento explosivo e incapacidade para controlar seus impulsos, compreender e encarar situações.
De acordo com Freitas et al,(2006), fruto das pesquisas pioneiras realizadas nos últimos anos, já é possível descrever o perfil da vitima e do agressor e os fatores de riscos mais prevalentes em maus-tratos e negligencia em idosos. A conclusão de um estudo realizado nos Estados Unidos na década de 1980, confirmou a existência de situações de violência contra o idoso no interior da família, apontando o seguinte perfil da vítima: mulher com 75 anos de idade ou mais, viúva, física ou emocionalmente dependente, na maioria das vezes residindo com familiares, um dos quais é o seu agressor. O perfil básico desse agressor é um adulto de meia-idade, geralmente um filho, em geral financeiramente dependente da vítima e com problemas mentais e/ou dependente de álcool ou de drogas.
Em vista do preconceito cultural que ainda existe contra o idoso em nossa sociedade, torna-se difícil conhecer a violência contra os idosos para tal faz-se necessário que os profissionais de saúde sejam capacitados na prevenção, identificação e tratamento de maus-tratos em idosos, uma vez que os serviços de saúde em geral, e mais particularmente os setores de emergência e os ambulatórios, constituem uma das principais portas de entrada das vítimas de maus-tratos (FREITAS et al, 2006).
O ministério da saúde a (2003), afirma:
Art. 3.º É obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do Poder Público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária.
De acordo com Zirmerman (2005), em princípio os maus tratos em relação ao velho praticado pela família e pelos cuidadores são causados mais pela falta de preparo do que por má vontade. Existem casos de famílias pobres que maltratam os velhos física ou moralmente devido as condições de carência econômica. Muitos velhos demenciados, por exemplo, ficam presos em casa, por vezes amarrados, pois, os filhos e netos precisam sair para trabalhar e não podem deixa – los soltos, sozinhos. Mas, evidentemente as melhores condições financeiras não livram os velhos dos maus tratos.
O Ministério da saúde (2003), afirma:
Art. 99. Expor a perigo a integridade e a saúde, física ou psíquica, do idoso, submetendo-o a condições desumanas ou degradantes ou privando - o de alimentos e cuidados indispensáveis, quando obrigado a fazê-lo, ou sujeitando-o a trabalho excessivo ou inadequado:
Pena - detenção de 2 (dois) meses a 1 (um) ano e multa.
§ 1.º Se do fato resulta lesão corporal de natureza grave: Pena - reclusão de 1 (um) a 4 (quatro) anos. § 2.º Se resulta a morte: Pena - reclusão de 4 (quatro) a 12 (doze) anos.
Guimarães e Cunha (2004) afirmam que pode existir entre a vítima e o agressor uma ampla e completa história de dificuldades e também de dificuldades e também de demandas e necessidades recíprocas não satisfeitas. Nas situações que envolvam maus tratos a dependência (financeira ou de habitação) do agressor é mais relevante do que a de dependência da vítima. Com respeito ao tipo de abuso, o físico e financeiro estariam mais relacionados com a dependência do agressor, o psicológico e a negligência com o estresse do cuidador
Para a realização deste artigo foram utilizadas referências bibliográficas, e recursos da internet, que enriqueceram a efetivação do mesmo e nos ajudou a entender o surgimento do interesse da sociedade para os cuidados com os idosos, bem como saber de que forma intervir quando suspeitar desses maus-tratos.
REFERENCIAL TEÓRICO
Atualmente, o envelhecimento populacional tornou-se um dos maiores desafios para a saúde pública, visto que se exige a efetiva implementação da estratégia de educação em saúde como possibilidade de manutenção da capacidade funcional do idoso. Em razão do aumento da expectativa de vida da população mundial, muitos países convivem com idosos de gerações diversas, os quais possuem necessidades variadas, exigindo políticas assistenciais distintas (SOUZA et al, 2007).
O abuso na velhice é uma construção multidimensional que pode ser usada em todo o tipo de conduta abusiva em relação a anciãos, ou referir-se a uma ação específica. Os tipos mais comuns são os o abuso físico, psicológico, financeiro e a negligência. Está pode ser ativa ou passiva, intencional ou não, sendo definida como a recusa ou a falha no cumprimento de qualquer parte das obrigações ou responsabilidade por parte da pessoa que cuida dos idosos (GUIMARÃES E CUNHA, 2004).
Kauffman (2001), complementa que os maus tratos ao idoso podem assumir, além das citadas acima, desde dano físico real ou a angústia mental à negação dos serviços médicos e sociais, necessários. O comportamento abusivo contra o idoso pode ser exercido pelos membros da família, pelos atendentes ou pelos próprios profissionais da saúde.
De acordo com Freitas et al (2006), o acentuado envelhecimento da população brasileira; o aumento da expectativa de vida, que torna cada vez maior o numera de idosos na sociedade brasileira e, em conseqüência, aponta para o crescimento da população portadora de declínio funcional e cognitivo; a nuclearização familiar associada ao empobrecimento da população nas ultimas décadas; e a escassez de suporte comunitário e de serviços assistenciais adequados aos idosos incapacitados são fatores de risco para a ocorrência de violência contra os idosos.
Uma conduta abusiva ou negligente pode ocorrer em qualquer classe social, grupo racial, em ambos os sexos, em todos os níveis educacionais e em qualquer etapa do desenvolvimento familiar e pode caracterizar – se a depender da freqüência, duração, intensidade, gravidade e, especialmente do contexto cultural onde ocorra (GUIMARÃES E CUNHA, 2004).
De acordo com Freitas et al,(2006), cabe ressaltar que após a promulgação do Estatuto do Idoso, Lei 10.741 em 1/10/2003 (Brasil,2003), passou a ser mandatória pelos profissionais de saúde a comunicação à autoridade competente de qualquer suspeição ou confirmação de maus-tratos que tiverem sido testemunhadas (artigo 19) com conseqüências judiciais e administrativas em caso de o profissional de saúde responsável por estabelecimento de saúde ou instituição de longa permanência deixar de comunicar à autoridade competente os casos de crime contra idosos de que tiver conhecimento (artigo 57).
De acordo com Freitas et al,(2006), artigo 19. Os casos de suspeita ou de confirmação de maus-tratos contra idosos serão obrigatoriamente comunicados pelos profissionais de saúde, a quaisquer dos seguintes órgãos:
I.Autoridade policial
II.Ministério Público
III.Conselho Municipal do Idoso
IV.Conselho Estadual do Idoso
V.Conselho Nacional do Idosos
O ministério da saúde (2003), relata:
Art. 96. Discriminar pessoa idosa, impedindo ou dificultando seu acesso a operações bancárias,
Aos meios de transporte, ao direito de contratar ou por qualquer outro meio ou instrumento necessário ao exercício da cidadania, por motivo de idade: Pena - reclusão de 6 (seis) meses a 1 (um) ano e multa.
Em caso de descumprimento da lei, isto é, se o profissional de saúde não fizer a comunicação e reiteradamente observar que o idoso está sofrendo maus-tratos, deve responder por tais crimes. Nesses casos, o profissional de saúde passa a ser o autor da infração penal. O crime de maus-tratos está disciplinado no artigo 136 do Código Penal (FREITAS et al, 2006).
Recomendam-se pois a criação de um protocolo de atendimento ao idoso que inclua o rastreamento de situações de violência, para ser seguido pelos profissionais de saúde, e a criação de redes de apoio para atendimento aos idosos vitimados, alem da ampla divulgação de recursos existentes na comunidade para encaminhamento dos casos.Considerando ainda que no Brasil a família é considerada o espaço mais adequado para a moradia e o cuidado do idoso depende, qualquer que seja a sua classe social, é importante o investimento em programas de suporte aos cuidadores familiares de idosos, para que seja adequado, digno e respeitoso, prevenindo os maus-tratos, em particular a negligência doméstica (FREITAS et al, 2006).
Guimarães e Cunha (2004), identificaram indicadores que servem de base e suspeita de uma situação de maus tratos. Ressaltando – se, contudo, que a ausência dos sinais e sintomas a seguir não assegura a inexistência de abuso:
Indicadores físicos
- Perda de peso, desnutrição ou desidratação sem uma patologia de base que as justifique;
- Marcas, hematomas, queimaduras, lacerações úlceras de pressão, ferimentos cuidados ou malcuidados;
- Palidez, face abatida e olheiras;
- Evidência de descuido e má higiene da pele;
- Vestuário inadequado, sujo, inapropriado para a estação;
- Ausência ou estado ruim de conservação de próteses (andadores óculos, próteses auditivas, dentaduras etc);
- Evidência de administração incorreta de medicamentos;
- Evidência de traumas ou relato de acidentes inexplicáveis.
Indicadores de conduta
- Passividade, retraimento ou resignação;
- Tristeza, desesperança ou falta de defesa;
- Ansiedade, agitação e medo;
- Exacerbação de quadro depressivo;
- Relatos contraditórios, ambivalentes, não relacionados a confusão mental;
- Receio de falar livremente, esperando que o cuidador dê as respostas;
- Relutância em manter qualquer tipo de contato verbal ou físico com o cuidador;
- Busca ou mudança freqüente de profissionais e/ou centros de atenção médica;
Indicadores sexuais
- Conduta sexual incompatível com a personalidade prévia;
- Comportamento diferente e inapropriado diante da presença de certas pessoas;
- Conduta agressiva, isolamento, retraimento ou auto – agressão;
- Presença de sinais e sintomas tais como infecções recorrentes, dor, hematomas e sangramento na região anal e genital;
- Dificuldade para marcha, dor abdominal sem causa aparente;
- Vestuário íntimo rasgado ou manchado de sangue.
Negligência ou privação
- Dificuldade de acesso ao idoso;
- Isolamento freqüente;
- Uso mínimo, ou má conservação, de prótese oral, auditiva, óculos etc;
- Diferença acentuada na aparência, higiene e oportunidades entre o idoso assistido e seu cuidador;
- Vestimenta inapropriada ou indecorosa;
- Tendência do cuidador para reforçar o isolamento do paciente.
Os autores acima, afirmam aspectos importantes numa consulta de enfermagem:
- Examinar a pele e investigar o estado de higiene e indumentária;
- Avaliar a presença de desnutrição e desidratação. Procurar por lesões resultantes de queimaduras, lacerações e úlceras de decúbito;
- Verificar a presença de alopécia por arrancamento de cabelos, hematomas no crânio e arranhaduras;
- Ver se existem marcas de corda ou cinturão no corpo. Observe se os punhos têm marca de contensão física;
- Inquirir sobre sangramento anal e vaginal. Na dúvida solicitar a presença de uma pessoa não relacionada ao cuidador para realizar um exame local mais detalhado;
- Observar se existe nas mãos lesões compatíveis com imersão em água quente ou mesmo exposição direta ao fogo;
- Procurar evidências de fraturas, observar transtornos da marcha e queixa de dor à locomoção ou com o movimento de membros;
- Avaliar a presença de sintomas de depressão ou ansiedade;
- A presença de confusão mental pode ser compatível com trauma, intoxicação por drogas e mesmo delirium por causas múltiplas.
De acordo com Souza et al (2007), as preocupações com os maus-tratos aos idosos aumentaram, também, em conseqüência de uma conscientização mundial de que, nas próximas décadas, haverá um importante aumento demográfico nesse segmento da população. Dessa forma, a Organização Mundial de Saúde entende por maus-tratos e negligência como uma ação única ou repetida, ou ainda a ausência de uma ação devida, que causa sofrimento ou angústia, e que ocorre em uma relação em que haja expectativa de confiança.
Nos últimos anos, no Brasil, entretanto, surgiram serviços voltados para os idosos, como as casas de abrigo, os centros de referência multiprofissionais e as instituições próprias para denúncias das violências aos idosos. O ingresso de idosos nesses locais evidencia a fragilidade temporária ou permanente de seus vínculos familiares ou muitas vezes sua inexistência, porém torna-se fundamental que políticas públicas enfoquem o papel social do idoso, bem como privilegiem o cuidado e a proteção dessas pessoas em suas famílias, nas instituições e sociedade (SOUZA et al, 2007).
Uma das maiores dificuldades ao trabalhar com o fenômeno da violência é sua etiologia e pluricausalidade. O que se observa, na explosão de violência dos dias atuais em todos os grupos etários e classes sociais, é a influência de fatores relacionados a problemas macroestruturais. Para equacionamento dessa difícil situação, torna-se necessária um aço conjugada do Estado, da sociedade civil e das comunidades, a partir da sua sensibilização para a gravidade do problema (FREITAS et al, 2006).
Em nosso país, em 1994, após longos anos de cobranças de instituições da sociedade civil, o governo federal promulgou a Lei Federal 8.842/94, que dispõe sobre a Política Nacional do Idoso, política essa que foi regulamentada em 1996. Por essa lei ficam definidos os direitos do idoso e as responsabilidades dos governos em níveis federal, estadual e municipal, no seu atendimento. É ressalvada também a responsabilidade da família e da sociedade no cumprimento da legislação (FREITAS et al, 2006).
O geriatra, pela própria condição de cuidador de uma faixa da população freqüentemente depende em algum grau de apoio social ou familiar, convive cotidianamente com situações peculiares, do ponto de vista ético, necessitando, por vezes, de um aprofundamento de conceitos essenciais (CARVALHO E PAPALÉO, 2006).
Segundo Carvalho e Papaléo (2006), vivemos numa sociedade que tem se caracterizado por uma visão utilitarista do ser humano. Freqüentemente, as pessoas são valorizadas pelo critério de ter ou de poder, mais do que pelo de ser. O idoso, freqüentemente improdutivo materialmente e intelectualmente diminuído, corre o risco de ser considerado um indivíduo menos útil e, portanto, menos digno, não só pela sociedade, mas também, infelizmente, pelos próprios profissionais da saúde. Impões-se aos geriatras definir e defender quando necessário esta dignidade humana presente nos pacientes que freqüentemente não podem assumir esta mesma defesa.
De acordo com Freitas et al,(2006), foram criadas Delegacias do Idoso, Promotorias de Defesa dos Direitos do Idoso, Núcleos e Grupos de Estudo sobre a questão da violência contra idosos, com objetivos comuns de:
1.Informar e conscientizar a sociedade sobre a questão dos maus-tratos;
2.Promover treinamentos para profissionais que atuam na área da gerontologia e geriatria para identificação, tratamento e prevenção da violência;
3.Defender idosos que sofrem maus-tratos;
4.Estimular pesquisa sobre a questão da violência
5.Desenvolver programas educativos para idosos que possibilitem o desenvolvimento de sua capacidade de autocuidado;
6.Estimular políticas públicas de prevenção de violência que contemplem serviços adequados para dar apoio adultos vulneráveis, promovendo a coesão familiar e a solidariedade intergeracional.
Uma consideração ética que precisa ser reconhecida quando os profissionais de saúde sabem da ocorrência de um abuso é a necessidade de manter um equilíbrio entre a sensibilidade em relação à confiança do paciente e a necessidade de manter-se fiel aos estatutos regulamentadores que obrigam o relato do abuso. Isto é especialmente importante se o conhecimento da situação de abuso tiver ocorrido através de uma conversa confidencial (KAUFFMAN, 2001).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A imagem destorcida de que o idoso é um velho chato, doente, passivo e incapacitado faz com que aumente cada vez mais agressão contra eles dando origem a comportamentos agressivos principalmente pelos mais jovens.Por isso é importante um envelhecimento ativo e participativo em que toda família esteja envolvida nas atividades diárias.
Como aponta os estudos até agora realizados, a violência no Brasil já é considerada um novo problema de saúde pública. Nesse quadro geral, os maus-tratos e a negligencia contra os idosos constituem um grave problema, ainda não diagnosticado em toda a sua extensão, sobretudo no âmbito familiar e institucional, merecendo portanto maior atenção de órgãos governamentais e não-governamentais (FREITAS et al, 2006).
O planejamento para os cuidados e a compreensão das questões psicossociais que a pessoa idosa enfrenta, devem ser realizadas dentro do contexto da família. Se ocorrerem necessidades de dependência, o cônjuge freqüentemente assume o papel do cuidador primário. Na ausência do cônjuge um filho assume este papel ou então uma pessoa próxima da família. Sob determinadas circunstâncias de alto risco, as tensões nas relações entre gerações podem resultar no abuso do idoso (SMELTZER & BARE, 2006).
Como os serviços dos profissionais de saúde talvez sejam os mais freqüentemente envolvidos com a ocorrência da violência, torna – se necessária as capacitações dos profissionais na atenção primária de saúde, assim como dos profissionais das áreas social e do direito, para a identificação, prevenção e ,intervenção em casos de maus tratos e negligência. É importante lembrar também como o próprio idoso pode contribuir para um relacionamento intergeracional, harmonioso, respeitoso e solidário (FREITAS et al, 2006).
A ação preventiva deve ser empreendida quando as tensões ficam evidentes, antes que ocorra o abuso do idoso. Os membros da equipe interdisciplinar podem ser arrolados para ajudar o cuidador a desenvolver a autoconsciência, introvisão aumentada e uma compreensão do processo de envelhecimento. Ao mesmo tempo, os recursos da comunidade podem ser úteis para a pessoa idosa e para os cuidados (SMELTZER & BARE, 2006).
Entre as intervenções que favorecem maior conscientização e sensibilização da sociedade, com o conseqüente aumento do número de denúncias, observou-se a exposição da violência contra idosos na mídia. Dessa forma, é importante que mais campanhas publicitárias sejam desenvolvidas focalizando essa temática, com vistas a sensibilizar a sociedade quanto ao envelhecimento da população e aos cuidados de que os idosos precisam (SOUZA et al, 2007).
Ao final deste estudo, constatou – se, que é necessário uma melhor capacitação dos profissionais da área da saúde, em que facilitaria bastante à identificação de maus-tratos nas instituições de saúde, nos domicílios e nas ruas. A partir do momento em que não se restringem as denúncias apenas aos órgãos específicos, por isso é de extrema importância denunciar a violência ao idoso, senão estaremos sendo coniventes com essa situação absurda.
         


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As dúvidas comuns sobre como usar camisinha

Quando devo colocar a camisinha?
Desde o início da transa, ou seja, quando começa a haver contato entre o pênis e a vagina (ou o ânus). Isso é fundamental tanto para se evitar a gravidez quanto a transmissão de doenças.
Usar duas camisinhas ao mesmo tempo protege mais?
Não. O atrito entre o latex das duas camisinhas pode até fazer com que estourem. Para quem não se sente seguro com as camisinhas comuns, o ideal é usar as que têm maior espessura.
A mesma camisinha não pode ser utilizada mais de uma vez?
Não. A camisinha foi feita para usar e jogar fora. E nem pense em lavar e usar de novo - a lavagem prejudica a resistência do latex.
Por que as camisinhas estouram?
Em geral, por mau uso: ou são colocadas do avesso, ou estão cheias de ar, ou a lubrificação é insuficiente. Evidentemente, também é preciso prestar atenção ao selo de qualidade do Inmetro e à data de validade.
Existe risco de gravidez e contágio de Aids, mesmo usando a camisinha?
A camisinha é a melhor forma de proteção. Seu uso correto evita a transmissão do vírus da Aids, das DSTs e da gravidez. Mesmo assim, existe um pequeno risco. Ela é considerada segura em 95% das vezes, pois há a possibilidade de que ela arrebente durante a transa, ou que seja colocada tarde demais, etc.
O que fazer se a camisinha estourar?
Interromper a relação, lavar a vagina e o pênis com água corrente e sabão e, só então, prosseguir a relação sexual com outra camisinha. No dia seguinte, o casal deve procurar o médico para escolher algum anti-concepcional de emergência (como a pílula do dia seguinte), se houver necessidade. Por precaução, é bom fazer o exame de Aids três meses depois.
Camisinha dá alergia?
Cerca de 1% das pessoas tem alergia ao látex (borracha utilizada na fabricação das camisinhas). Outros 1% tem alergia às substâncias químicas (espermicidas e lubrificantes) que existem em alguns tipos de preservativos. Quem notar qualquer alteração com o uso da camisinha, deve experimentar aquelas sem nenhum tipo de espermicida ou lubrificante ou então a camisinha feminina.
As camisinhas de poluiretano são anti-alérgicas?
Provocam menos alergia que o latex. As camisinhas femininas são feitas deste material, e é possível importar camisinhas masculinas deste material.
As camisinhas coloridas, com música e com cheiro de frutas são tão seguras quanto as comuns?
Depende. O ideal é procurar o selo de institutos de certificação estrageiros (ou do próprio Inmetro) e ler as instruções, para saber se o material do qual são feitas realmente protege.
Precisa mesmo usar a camisinha no sexo oral?
Sim. Já há relatos comprovados de transmissão do vírus da Aids pelo sexo oral. Por isso, não tem outro jeito.
A camisinha é o único jeito de se proteger da AIDS?
Não. O outro método é não transar, ou fazer sexo sem contato entre os órgãos genitais.

domingo, 19 de junho de 2011

Olhando o céu,

Verás que não estás sozinho,

Que o mundo embora grande, não é assustador,

Que a vida, complexa, é possível vivê-la.

Olhando o céu,

Verás uma grande esperança,

Que o mundo é uma criança,

Que és uma criança.

Olhando o céu,

Verás que se deve sonhar sempre,

Que acreditando nos sonhos,

És capaz de realizá-los.

Olhando o céu,

Verás o pássaro,

Que, invisível, grita a liberdade,

És capaz de vê-lo, ouvi-lo e senti-lo.

Olhando o céu,

Verás uma força imensa existindo em tudo,

Energia que vem para revolver todas as coisas,

Mas que se torna impotente perante nossa liberdade.

Olhando o céu,

Verás que uma vida espera por todos nós,

Mas, para chegar lá,

Temos de viver o agora como se fosse tempo único.

Olhando o céu,

Verás amigos sorrindo,

Verás que, de mãos dadas, é mais fácil viver,

É mais fácil ser humano.

Olhando o céu,

Verás que os momentos da vida

Quando se tornam transcendentes,

Penetram em nosso interior e se eternizam.

Olhando o céu,

Verá a ti mesmo com toda liberdade

E capacidade de amar que possuis.



Voar é possível, mesmo sem asas. Basta sonhar e amar.

O meu amor por ti. Coloquei-te nas tuas mãos o meu coração Ofertei-o com todo o poder do meu amor Dei a ti o melhor manjar dos deuses Levei-te para lá das portas do paraíso... Desnudei-me, tu me apenas m..Só paixão...nada mais! Eu sempre te busquei... Com paixão quis te encontrar Pela minha vida inteira Procurei-te em cada olhar! Esculpi a tua imagem Contornei todos teus traços. Eu sonhei-te tão perfeito ..[vc amor com um anjo[

Importante não foi o dia que te conheci, mas o momento em que você passou a viver dentro de mim. A marca do teu beijo marcou meu coração deixando em minha vida uma grande paixãoA amizade desenvolve a felicidade e reduz o sofrimento, duplicando a nossa alegria e dividindo a nossa dor.A amizade desenvolve a felicidade e reduz o sofrimento, duplicando a nossa alegria e dividindo a nossa dor.

Fotos do Homens mais bonitos do Mundo

Agora é com vocês mulherada, o que acharam dessa lista ? Seria interessante incluir mais alguém  ? Deixe sua opinião nos comentários